Piadas de humor negro

Um ladrão com uma arma entra em um banco e exige o dinheiro ao Caixa. Uma vez com o dinheiro na mão ele se volta para um cliente e pergunta:
– Você me viu roubar este banco?
– Sim, eu vi.
O ladrão atira nele, matando-o instantaneamente. Depois se volta para um casal parado a seu lado e pergunta ao homem:
– Você me viu roubar este banco?
– Não, mas minha mulher viu.


No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
– A senhora tem seis horas de vida.
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo para o marido.
Os dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela fazendo sexo.
Fazem uma vez, ela pede para repetirem.
Fazem de novo, ela pede mais.
Depois da terceira vez,ela quer de novo.
E o marido:
– Ah, Ana, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã. Você não!


Uma freira na hora da morte, pediu para escreverem no seu túmulo:
“Nasci virgem
Vivi virgem
Morri virgem”
O coveiro achou que eram muitas palavras e escreveu:
“Devolvida sem uso”


O sujeito no médico:
– Doutor, tenho tendências suicidas. O que faço?
– Em primeiro lugar, pague a consulta.


Duas senhoras que trabalhavam preparando cadáveres, antes do enterro, receberam um corpo para ser preparado.
Uma delas, arregala os olhos e diz:
– Você já viu um destes? – referindo-se ao tamanho do pênis do falecido.
A outra responde:
– Meu marido tem um igualzinho!
Ao que a outra ainda espantada contra-argumenta :
– Assim grande?
– Não, assim morto!!


Um advogado e o Lula pulam de um edifício. Quem vai cair primeiro?
R: Quem se importa?


Qual a diferença entre o pára-quedas e a camisinha?
R: O primeiro, quando falha, é um a menos e o segundo, quando falha, é um a mais.


Um velho estava doente, prestes a morrer e resolveram fazer biscoitos para preparar o velório.
O velho chamou o neto para levar biscoitos para ele.
O neto foi até a cozinha, e voltou de mãos vazias, dizendo:
– A vovó respondeu que os biscoitos são só para o velório.


Mamãe, mamãe! Por que você está empurrando o carro para o abismo?
– Fica quieto senão seu pai acorda!


O médico chega para o paciente:
– Eu tenho duas notícias para lhe dar, uma boa e outra ruim!
– Qual é a ruim?
– Vamos ter que lhe amputar as duas pernas.
– Ai, meu Deus! Qual é a boa?
– Tem um enfermeiro do turno da noite que está querendo comprar os seus sapatos!


O que você precisa quando tem cinco jornalistas enterrados até o pescoço no concreto?
R: Mais concreto.


Tarde da noite, o padre passa perto dum cemitério e leva o maior susto quando escuta:
– Hum, hum, hum!
O padre pára, reza um pai-nosso, faz o sinal da cruz, enche-se de coragem e pergunta:
– Do que é que essa pobre alma está precisando?
– Papel higiênico!


Um avião cai na floresta com dois executivos. Os dois não têm outra escolha senão pegar as suas maletas e sair andando. Daí surge um leão babando de fome olhando para os dois executivos. Um deles se abaixa, tira um tênis da mala e começa a calçá-lo. O outro não entende.
– Seu idiota! Você acha que vai correr mais que o leão com esse tênis?
– Eu não quero correr mais que o leão. Eu só quero correr mais do que você.


O condenado esperava a hora da execução, quando chegou o padre:
– Meu filho, vim trazer a palavra de Deus para você.
– Perda de tempo, seu padre. Daqui a pouco vou falar com Ele pessoalmente. Algum recado?


Eu quero morrer em paz, durante o sono, como meu avô, e não gritando aterrorizado, como seus passageiros.


O peão estava trabalhando no 18º andar de uma construção altíssima, quando, de repente sente aquela vontade de urinar.
– Posso descer para mijar? – pergunta ao encarregado.
– Pôrra nenhuma! Você vai perder muito tempo! Mije daqui mesmo!
– Como?
– Tá vendo aquela tábua ali? Você vai até a ponta dela e mija dali.
– Mas ela vai cair!
– Não se preocupe, eu fico na outra ponta para fazer o contra-peso.
Assim que o peão abre a braguilha e tira o pinto para fora, toca o telefone e o encarregado vai atender.
O pobre coitado despenca lá de cima.
Algumas horas depois estava o engenheiro da obra tentando entender o que havia acontecido, onde estava a falha da segurança, quando alguém arriscou um palpite:
– Eu acho que foi um “pobrema” sexual!
– Problema sexual? – indignaram-se os outros.
– Sim! Eu vi ele caindo… ele tava com o pinto na mão e gritava: “Cadê aquele viado? Cadê aquele viado?”.

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